No Brasil, mais de 100 milhões de pessoas estão conectadas nas redes. É preciso definir um estilo, criar conteúdo inspirador e gerar identificação com o seguidores sociais. Porém, para conseguir isso, é preciso se sobressair na multidão de competidores. Nós sabemos como fazer!

O marketing de conteúdo é o presente e o futuro. As empresas têm poder de alcançar consumidores em potencial de uma maneira nunca antes vista. Para se ter dimensão da força das redes, de acordo com uma pesquisa divulgada pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), em 2014 mais de um bilhão de pessoas já estava ativo nesse tipo de meio de comunicação. Assim, as empresas têm percebido cada vez mais a importância de utilizar as redes sociais como forma de se aproximar de seu público-alvo. No Brasil, já são mais de 100 milhões de pessoas conectadas nas redes sociais. Porém, para conseguir isso, é preciso se sobressair na multidão de competidores. É preciso definir um estilo, criar conteúdo inspirador e gerar identificação com o seguidor.

As redes sociais já ocupam um tempo significativo no cotidiano dos consumidores, que contam inclusive com redes exclusivas para criticarem produtos e serviços, como por exemplo o site Reclame Aqui. Ou seja, ainda que uma marca não queira, ela já está presente no ambiente virtual, sendo criticada ou elogiada.

 

 

É interessante observar que os indivíduos optam por “confiar” naquilo que estranhos dizem sobre uma determinada compra do que nas organizações, uma vez que as marcas jamais falarão das suas fraquezas.

De acordo com a pesquisa ‘Hábitos e comportamento dos usuários de redes sociais no Brasil’ , WhatsApp é a rede social mais usada hoje, embora, ainda não esteja conectada aos principais softwares de gestão de atendimento, em segundo lugar o Facebook e o Twitter e Instagram empatam na terceira posição.

Os canais tradicionais de atendimento ao consumidor permanecem e coexistem com os novos canais sociais, que concebidos como ambientes para resolução de questões menos complexas.

Ainda, segunda a pesquisa, ferramentas como e-mail (61%) e site (45%) ganharam espaço no relacionamento com os clientes e o telefone (54%) perdeu um pouco de espaço.